Caderno Especial – Mercado Livre do Valor Econômico

A Ecom foi destaque em duas matérias publicadas no caderno especial – Mercado Livre do Valor Econômico, no último dia 28 de julho.

Na matéria Migração em peso, nosso sócio-diretor Paulo Toledo falou sobre as projeções de crescimento da carteira de migrações da Ecom Energia. Já na matéria “Redução de Custo Pesa na Escolha em Manaus”, o sócio-diretor, José Mauricio Carvalho, compartilhou sua visão sobre o tema.

Leia abaixo trechos das duas reportagens. O Caderno Especial completo pode ser acessado por assinantes no site www.valor.com.br.

 

Migração em peso

Atraídas pela economia de até 30% na conta de luz, cinco mil companhias já entraram no novo ambiente de negócios.

Para reduzir a conta de luz em média em 20%, milhares de empresas têm migrado para o mercado livre de energia desde 2015, tendência que deverá se consolidar nos próximos anos num momento em que o governo e o setor discutem a ampliação do segmento.

De janeiro de 2015 a janeiro deste ano, diante da queda dos preços no mercado livre por conta da sobreoferta de energia, mais de três mil indústrias e empresas do setor de serviços deixaram o mercado cativo (atendido pelas distribuidoras) e ganharam liberdade para selecionar seus fornecedores. Hoje, cinco mil empresas estão no novo ambiente de comercialização de energia.

Desse total, cerca de quatro mil são consumidores especiais (com demanda entre 0,5 MW e 2,99 MW que podem contratar energia de fontes renováveis) e cerca de mil consumidores livres (com demanda superior a 3 MW).

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Na Ecom, o crescimento da carteira de clientes deve chegar a 30% e se manter em dois dígitos em 2018. “Temos visto empresas com conta de luz de R$ 80 mil a R$ 100 mil reais buscando a migração”, diz Paulo Toledo, sócio.

 

Redução de custos pesa na escolha em Manaus

Interligação com Tucuruí favoreceu a Zona Franca

Possibilidade de redução de custos, escolha da fonte de energia e ganho de previsibilidade no orçamento são as vantagens alardeadas pelas empresas da Zona Franca e de outras cidades da região Norte do País que estão migrando do uso de energia elétrica convencional para o ambiente de contratação livre.

De maio de 2016 a maio deste ano, pelo menos 120 unidades consumidoras do Amazonas optaram pela contratação de energia no mercado livre, informa Rui Altieri, presidente da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), entidade que viabiliza a comercialização de energia elétrica no Brasil.

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A redução de preços é um dos maiores incentivos, diz José Maurício Carvalho, sócio-diretor da Ecom Energia. O preço cobrado pelas concessionárias está em R$ 180 por kWh, enquanto no mercado cativo, regulado pelo governo federal, é de R$ 250 kWh.